Estava demorando para alguém lançar um jogo para o Twitter. Apresento-lhes o Tuitorama, estratégia da DM9DDB para a marca de brinquedos Estrela. Não digo que o jogo seja aquela cooooooooooooisa, mas ainda acho que as empresas daqui exploram muito pouco o Twitter, e esse Tuitorama já é alguma coisa pensada exclusivamente para o serviço de micropostagens, o que já me agrada.
O esquema é bem simples: cada corrida é uma disputa entre duas coisas [loiras X morenas, por exemplo], e cada uma dessas “coisas” é representada por uma palavra. Ao digitar a palavra “morena” seguida de @tuitorama (no seu Twitter, óbvio) você faz o carrinho andar. Simples assim. A disputa do dia pode ser acompanhada pelo site, assim como o ranking dos melhores jogadores.
Parece besta, eu sei, mas imagina as proporções que isso poderia ter se existissem joguinhos desse tipo com disputas Grêmio X Inter ou qualquer outra coisa besta que envolva opostos? Acho válido.
Meu chefe sempre fala que informação boa é aquela que circula.
Pois então...
Ontem eu escrevi um post no blog da firma sobre os milhares de blogs de street style. E acho que vale muito a pena repetir o assunto por aqui, não apenas por ser algo que eu gosto e vejo todo dia, mas também porque este tipo de movimento é importante como referência de moda, comportamento e inspiração para qualquer atividade criativa.
Não sei bem como esses blogs começaram, mas o primeiro que eu conheci foi o Sartorialist, que já é bem famoso, inclusive aqui no Brasil (até apareceu naquele ranking da Revista Época).
No blog que o planejamento da DCS alimenta para clientes e colaboradores, o BETABLOG, tem dois vídeos de street style postados: um de Paris e Milão e outro de Nova York. E foi a partir dessas pautas e das postagens da @bamp e @ipringles no Twitter que eu começei a me interessar e conhecer mais e mais.
Na maioria destes blogs já víamos looks boyfriend, meia-calça vermelha e ombros marcados muito antes das revistas de moda darem a devida atenção a eles. E, resolvendo apostar no próximo verão brasileiro, a pedido do mesmo chefe, vou de flores, preto+branco e influência japonesa, que estão aparecendo bastante nos blogs do hemisfério norte.
Para quem gosta de pesquisar e experimentar com a moda, vale muito a pena.
Neste mês eu postei aqui a nova campanha da Arezzo e levantei a questão do uso de referências sadomasoquistas nessa campanha específica. Ao que tudo indica essa é uma tendência da moda, segundo o Trend Hunter, e vários desfiles das semanas de moda de Paris, Milão e Nova York usaram essa temática.
Corpetes. Correntes. Peças de inspiração medieval. Peças de couro. Cores escuras. Metal. Meia-arrastão. Tachas. Suspensões.
Referências claras [pelo menos na minha mente doente] ao sadomasoquismo.
Tirando a Juliana Paes, que eu acho que não tem muito a ver com essa idéia toda, a campanha ficou excelente.
Mas daí eu me pergunto [e se alguém souber a resposta os comentários estão aí para isso]: 1. Será que o público da Arezzo entendeu a proposta da campanha? 2. Se essa consumidora entendeu, isso tem a ver com ela? 3. Por que usar elementos que [aparentemente] são distantes dessa consumidora? 4. É uma tendência de expressão do desejo? 5. Vai banalizar as formas não-convencionais da expressão da sexualidade?
Parece que, finalmente, a MTV acertou! E parece que, finalmente, vai sair um post sobre a onda eco-chata aqui neste blog.
Faz tempo que eu ando reclamando da modinha eco-friendly, de como eu achava que tudo isso não passava de discurso e mero consumismo e que EU NÃO AGUENTAVA MAIS ouvir falar em "salvem o planeta", "não polua", "não coma animaizinhos"e etecétera, etecétera, etecétera.
Caralho! A postura eco-sustentável não é algo que se compra em uma loja express, leva tempo para construir e mudar o pensamento. Eu não vou deixar de fumar o meu cigarro e os lhamas não vão parar de peidar para salvar o meio-ambiente. Sem extremismos, ok? Qualquer tipo de extremismo é contra-producente.
Mas então, eu atrasei tanto para colocar essas palavras por aqui que a MTV saiu na frente.
A MTV acaba de lançar a campanha socioambientalSwitch.
O objetivo disso é responder a essas atitudes falsas de "eco-friendlysmo". É uma resposta à invasão de produtos, partidos, pessoas e iniciativas “verdes”, que criaram um consumo desenfreado e uma suposta tomada de consciência a respeito da sustentabilidade.
O vídeo aí embaixo chama-se The Green Song, e ele vai tentar passar uma mensagem aos eco-chatos: pensem, discutam, conscientizem-se, busquem informações antes de sair por aí fazendo terrorismo em nome do meio-ambiente.
E antes que alguém pergunte ou critique: 1. Eu fumo e vou continuar fumando. Não vou parar de fumar [nem de produzir CO2 pela minha respiração] só porque o planeta está em perigo. 2. Gostaria muito de não comer animais, mas acontece que eles são gostosos e eu vou continuar comendo [mesmo que desde meus 12 anos eu sinta um pouco de culpa]. 3. eu gosto muito dos dois banhos que eu tomo por dia e acho que eles são fundamentais para meu bem-estar físico e psicológico. 4. Farei todo o possível para economizar energia, água e demais recursos naturais. Mas todos eles ainda são necessários para certas coisas. That's life, deal with that!