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11 fevereiro, 2009

When you came in

Estou numa fase bad thinks, ouvindo a música tema de True Blood 50 vezes por dia. A música do Jace Everett é viciante, doente, estimulante e malvada e...

A abertura é a melhor que eu já vi até agora. Ceninhas doentes cortadas, aspecto de polaroid. Ahhhhh, só vendo.

Abertura de True Blood.


Versão Bill salvando Sookie.


Bill, Sookie, bad good things.

08 fevereiro, 2009

I wanna do bad things with you.

Um pouco de maldade, um pouco de espera pela próxima temporada de True Blood e um pouco de um final de semana acampando.


When you came in the air went out.
And every shadow filled up with doubt.
I don't know who you think you are,
But before the night is through,
I wanna do bad things with you.

I'm the kind to sit up in his room.
Heart sick an' eyes filled up with blue.
I don't know what you've done to me,
But I know this much is true:
I wanna do bad things with you.

When you came in the air went out.
And all those shadows there filled up with doubt.
I don't know who you think you are,
But before the night is through,
I wanna do bad things with you.
I wanna do real bad things with you.
Ow, ooh.

I don't know what you've done to me,
But I know this much is true:
I wanna do bad things with you.
I wanna do real bad things with you.

09 janeiro, 2009

I wanna be a vampire

Tenho tanta coisa para postar no blog que estou reunindo asteriscos no meu bloquinho ao lado do computador. Mas nos últimos dias tem faltado ânimo e tempo. No caso de hoje à noite, faltou internet. Mentira, dava para ter escrito, não é desculpa. Mas a virtua é uma bosta de qualquer jeito. Não coloquem virtua, façam esse favor à sanidade mental que ainda vos resta.


Eu deveria estar riscando um dos asteriscos do bloquinho com esse post, mas não vou.
Terça eu assisti Twilight. E eu preciso falar de Twilight.

Creio que não seja novidade para qualquer ser humano que me conheça que eu sou apaixonada por vampiros. Está aqui o post sobre True Blood que não me deixa mentir. O porém é que Twilight é um filme adolescente. Confesso que os motivos iniciais que levaram-me ao cinema foram: pesquisa comportamental [querida Dijean], o Robert Pattinson [que eu vi lá por junho pesquisando na wgsn] e a Cacá [que ficou falando milhões de coisas depois de ver o filme].

E também confesso que os motivos que me fizeram sair do cinema querendo voltar são bem diferentes, com exceção do Pattinson e seus lábios roxos [lábios roxos são um tesão, inverno, neve e frio são tudo].


O roteiro é uma porcaria, você só sairá de lá satisfeito se nunca tiver passado os olhos por um Almodóvar, Kubrick, Fellini, Godard ou qualquer coisa que possa ser chamada de enredo. O Ralf me passou esse link ontem e se você não quiser assistir ao filme mas quer saber do que se trata, vá direto nele, os 90 minutos restantes do enredo concentram-se em uma ameaça de beijo que nunca se concretiza. Talvez o problema todo nem esteja na adaptação, mas sim na história original de Stephenie Meyer, mórmon que prega os bons costumes, a ausência de sexo e qualquer outra atração carnal. O que é um tanto imbecil já que a mocinha é uma completa submissa e o sangue, sem sombra de dúvida, remete à sexualidade [leiam o “roteiro” avacalhado-reduzido para entender melhor].

A atuação da Kristen Stewart e do Robert Pattinson também não são grandes coisas [assim como a de todo o resto do elenco] mas, no caso do Rob [querido, me liga?] isso não faz a menor diferença. E é agora que eu chego no ponto que me faz voltar ao cinema [e eu vou voltar]: o vampiro. Não sei explicar, mas é irresistível.

E é agora que eu admito: ESTOU COM 16 ANOS.
Vou comprar um poster e colocar no meu quarto. Já baixei a trilha do filme [que é muito boa e o Pattinson teria uma carreira promissora como vocalista] e vou ficar ouvindo no último volume em uma noite chuvosa enquanto meus olhos fechados sonham que eu sou Bella. Vou sair do cinema fofocando com as amigas sobre o “gatinho” [de novo]. Vou escrever o nome dele num caderninho dentro de um coração. Vou virar romântica. Serei sentimental. Sonharei com o amor eterno. Fingirei que a minha distância é desapego ao invés de timidez.

E vou arranjar muitas desculpas para a adolescência tardia.

No mais, fiquem com ele.



Ainda não quero tirar o acento da minha idéia. Ou de qualquer outra palavra que não esteja de acordo com as novas normas da língua portuguesa. Sou nostálgica.

31 outubro, 2008

Blood, blood, blood...

Blood is all you nedd.

Aproveitando que hoje é Halloween [coisa mais clichê], finalmente vou falar de True Blood, a série que anda tirando meu sono e que me deixou "addicted in torrent".



Já entrego que, tirando alguns diálogos e situações patetas, a série é perfeita. Se tu não suporta diálogos e situaçãos meio patetas, desiste. Pára por aqui e nem lê o resto.

Para começar, a série trata de vampiros.
E vampiros, vocês sabem, são criaturas noturnas, pálidas, usam roupas escuras, mordem, alimentam-se de sangue e tu jamais os verá retratados dançando um funk. Resumindo: nhami. Isso faz deles minhas criaturas mitológicas preferidas.



Em segundo lugar, a mocinha.
Sookie é o nome da personagem principal. Uma mocinha bela e bondosa de uma cidadezinha do sul dos States que mora com a avó e o irmão taradinho. A tal garota é capaz de ler pensamentos, quando quer. Um belo dia a mocinha sem graça resolve soltar um "WTF? Cansei de todos vocês. Vão todos à merda. A vida é minha. Faço o que eu quero."
E então ela pega o vampiro.
I like the way you think!



O enredo.
A moral da história é que os vampiros resolveram sair do armário.
Eles estão tentando conviver com os humanos. Para tanto, os japas criaram um sangue sintético chamado "True Blood" com todas as propriedades necessárias para manter os mortos vivos. Tem político vampiro, um projeto de lei defendendo os direitos da classe e tudo o mais.



Só que a maioria das pessoas ainda possuem um certo preconceito sobre a classe que pode matar com uma mordida e convencer através do olhar. Crucifixos, água benta, alho e o caralhoaquatro são mitos, apenas mitos. Os vampiros não desaparecem tão rápido assim. Logo, a desconfiança sempre recai sobre eles, principalmente em cidades pequenas com mocinhas.

Claro que também existem aqueles vampiros que, de modo algum, sujeitam-se a viver entre humanos. Eles vivem em "ninhos" e são os malvadões.

Descobre-se que o sangue morto dos vampiros é capaz de dar vida a todas as células do corpo humano. Despertar sensações, melhorar desempenhos. Endurecer, endurecer, endurecer [got it?]. O sangue dos vampiros começa a ser traficado, é como um Ecstasy mais fodão, chama-se V.

As mulheres, claro, pagam o maior pau para as criaturas. Não são poucas as que freqüentam boates vampirescas na intenção de alimentar um dos branquelos.



A série não tem nada de cult, experimental, pseudo ou intelectual.
É entretenimento puro, mas com vampiros.
E isso já faz toda a diferença.

Ela está ainda na primeira temporada e passa na HBO.
Eu baixo pelo mininova.org