07 junho, 2009

Éden

Fotógrafos que valem e pena: Denis Rouvre.
Conheci ele hoje, através desse post sobre o trabalho intitulado Éden, e já fui fuçar no site oficial.

Éden na íntegra dá para encontrar aqui (em work, é o primeiro).
Algumas fotos do melhor ensaio, na minha humilde opinião.

BTW, sigo em busca daquele vermelho no cabelo.

06 junho, 2009

Matt & Kim

"Let's make some fucking regrets"
(Kim from Matt & Kim, June 5th, Long Play, Porto Alegre)

Interessante que, a princípio, a banda que mais me atraia para o Coca-Cola PARC ontem não era Matt & Kim, mas sim Copacabana Club. A surpresa foi descobrir que, além de um som muito bom para uma banda que vai ao palco apenas com um tecladista e uma baterista, Matt & Kim tem algo que realmente faz um show valer a pena: interação com o público.

E não é porque eles deram um tempo antes do show aí do ladinho tomando uma ceva, ou porque a Kim se jogou na platéia, nem porque ela desceu para dançar com a mesma platéia e muito menos porque ela abraçou todo mundo depois do show. É um pouquinho de tudo isso mais aqueles sorrisos de orelha a orelha enquanto eles tocavam. Pode ser que isso seja a surpresa de saber que a banda tem fãs num lugar remoto da América Latina, fãs que sabem as letras das músicas, que se aglomeram na frente do palco e que imploram por mais uma.

E se for isso, tudo bem. Vi e amei. E esse tipo de carisma foi o que faltou no Copacabana Club, afinal, diferente de Matt & Kim, eles não perceberam que são poucas as bandas iniciantes que podem se dar ao luxo de se acharem melhor que o público. Teatro demais e show de menos.

Se o Matt e a Kim vão sair daqui sem arrependimentos eu não sei.
Mas eu voltei para casa com a sensação de ter feito o melhor investimento da minha vida.

02 junho, 2009

I'm in love with a zombie

O Ronaldo descobriu e levou para o trabalho hoje um seriado que só pelo plot eu já tinha certeza de que iria amar.

Imaginem a Inglaterra.
E lá está rolando o Big Brother, o mesmo daqui, com um monte de gente bizarra isolada do mundo em uma casa (torci para a Priscila btw, e sim, assisto). Do lado de fora, uma invasão de zumbis. Tinha como dar errado? Não. O nome disso? Dead Set.

O primeiro episódio mostra (e isso não é spoiler porque é um tanto óbvio) um paredão do reality show. Nesse mesmo momento, no pano de fundo da trama, vemos a infestação de zumbis desde as áreas mais remotas até as instalações do Channel 4, canal que além de transmitir o BB naquele país é também o produtor da série em questão. Uma curiosidade, inclusive, é que a apresentadora do programa real interpreta ela mesma em Dead Set. Concluindo, os que estão confinados dentro da casa são os únicos sobreviventes e eu não vejo a hora de saber o que vai acontecer nos próximos episódios.

Mas o seriado é especialmente PERFEITO para quem gosta MUITO de filmes de zumbis. Com direito às cenas mais realistas [considerando o gênero] que eu vi ultimamente. Vísceras, sangue, desmembramento, gritos, sangue, sangue, sangue e váááááários pulos do sofá.

Dead Set, até onde sei, é uma mini-série de apenas 5 episódios e não tem previsão de continuação. Encontre no torrent mais perto de você.

Vou ficar devendo o trailer porque ele foi "desativado mediante solicitação", mas fiquem com o viral:

26 maio, 2009

The big books

Eu simplesmente mataria por alguns livros da TASCHEN, principalmente os de fotografia, moda e cultura pop. Mas principalmente por dois livros específicos:

The Big Penis Book, que tem fotos antigas e algumas históricas de pênis. A maioria das fotos são da década de 70, já que a revolução sexual derrubou o tabu de fotografar o corpo masculino.


O segundo é o The Big Book of Breasts, quase 400 páginas de seios, antes do silicone [leia-se: seios lindos, grandes e naturais]. As fotos cobrem 3 décadas, começando depois da Segunda Guerra.

Hoje eu descobri que mataria por mais um: The Big Book of Legs.
Ele é o terceiro da saga fetichista que reúne os dois já comentados aí em cima. Também são quase 400 páginas, só de pernas femininas, com fotos que cobrem desde os shows burlescos de cabaret do século XIX até a era de ouro das pernas: os anos 60. Além das fotos, o livro aborda o papel das pernas na emancipação feminina e o poder de sedução que elas tem.

E tem mais: um livro de bundas a caminho.

Pelas coisas simples

Seguindo nesse clima "peladões", outro clipe que eu gosto muito é Lessons Learned, de Matt & Kim. E tem show deles em POA, dia 5 de junho, como parte da programação do Coca-Cola PARC.



E então hoje eu me prestei a olhar a programação e eles não vão só fazer um show em POA, eles vão fazer show em POA na mesma noite e lugar que o Copacabana Club. E o melhor, bem longe do Porão do Beco.

Neste momento sou uma pessoa feliz.

25 maio, 2009

Sem farda

E viva o reaproveitamento!

Outro post em segunda mão, diretamente do blog da firma.

Antes de começar quero dizer que ele foi escrito com colaboração do Ronaldo.
Ok, go!


Desde o ano passado, o pessoal do planejamento está prestando muita atenção a tudo que envolve ou remeta à valorização da naturalidade, ao natural look.

Só para contextualizar, o movimento começou em 2004, quando a Dove lançou na Inglaterra a Campanha pela real beleza (que chegou por aqui logo depois). Acho que não é mais novidade para ninguém as mulheres normais “gente como a gente” estampando os anúncios da marca.

No início deste ano foi a vez do bonitão Brad Pitt estampar a capa da revista W exatamente do jeito que é, com suas marcas e rugas.

Depois tivemos 3 capas diferentes para a Elle francesa de abril, uma com Monica Bellucci , outra com Eva Herzigova e a terceira com Sophie Marceau. A revista prometeu que não há maquiagem nem photoshop em nenhuma delas.

E nesta semana nos deparamos com este ensaio do fotógrafo Erwin Olaf, com mulheres maduras encarnando o papel de pin-ups. Segundo o próprio fotógrafo “devemos comemorar o nosso corpo, abraçar nossa idade e não aderir à parte da sociedade pobre de espírito que vive em função dos padrões impostos.”

Essa valorização do natural, que vem desde 2004 com a Dove e suas modelos reais, já teve vários desdobramentos, desde o não-uso de photoshop, incluindo as mature models, os desfiles valorizando tons de pele e por aí vai. E se formos extrapolar muito mais nessa tendência, podemos também incluir a valorização do street style e os muitos flash mobs com gente nua ou parcialmente vestida pelo mundo inteiro.

E, posso até estar exagerando, mas me parece que é um movimento que só tem a crescer, à medida que as pessoas vão ficando mais familiares com a tecnologia e é mais fácil perceber a divisão entre o ideal estético e a realidade. O universo projetivo das pessoas continua sendo projetivo, mas está cada vez mais próximo. Aliás, essas iniciativas chegaram até no Brasil. Lembram daquela campanha da revista Nova, 'Eu tenho celulite'? E a exposição ‘Mulheres de Verdade‘, que tirou a maquiagem de modelos e atrizes globais?

E eu também acrescentaria a recessão. Uma vez que nossos esforços se lançam para o que é estritamente necessário, nada melhor do que valorizar o que nos é intrínseco: nossa beleza real.

22 maio, 2009

Make us dance

Por que o blog não pode morrer.
Falta de criatividade, falta de tempo... sei lá. Mas não gosto de deixar blog morto, quando eu não apareço para despejar tudo o que eu penso por aqui eu me sinto meio morta.

O bom é que todos estão tirando a roupa.

Ou eu tenho amigos muito sacanas, ou assino blogs muito sacanas ou estamos assumindo o que eu já sabia.

O último que eu lembro foi o No Pants Day, cuja proposta é essa aí mesmo, ficar sem calça por um dia. Teve até a versão Tupiniquim.



Mas daí alguém mandou esse clipe nessa semana, do grupo de eletro francês Make the girl dance.
Música boa com garotas sem roupa.



UPDATE: E hoje a Luiza, colega aqui do Planejamento, me mandou este link.