Conheci ele hoje, através desse post sobre o trabalho intitulado Éden, e já fui fuçar no site oficial.
Éden na íntegra dá para encontrar aqui (em work, é o primeiro).
Algumas fotos do melhor ensaio, na minha humilde opinião.






Interessante que, a princípio, a banda que mais me atraia para o Coca-Cola PARC ontem não era Matt & Kim, mas sim Copacabana Club. A surpresa foi descobrir que, além de um som muito bom para uma banda que vai ao palco apenas com um tecladista e uma baterista, Matt & Kim tem algo que realmente faz um show valer a pena: interação com o público.
O primeiro episódio mostra (e isso não é spoiler porque é um tanto óbvio) um paredão do reality show. Nesse mesmo momento, no pano de fundo da trama, vemos a infestação de zumbis desde as áreas mais remotas até as instalações do Channel 4, canal que além de transmitir o BB naquele país é também o produtor da série em questão. Uma curiosidade, inclusive, é que a apresentadora do programa real interpreta ela mesma em Dead Set. Concluindo, os que estão confinados dentro da casa são os únicos sobreviventes e eu não vejo a hora de saber o que vai acontecer nos próximos episódios.







E tem mais: um livro de bundas a caminho.
No início deste ano foi a vez do bonitão Brad Pitt estampar a capa da revista W exatamente do jeito que é, com suas marcas e rugas.
Depois tivemos 3 capas diferentes para a Elle francesa de abril, uma com Monica Bellucci , outra com Eva Herzigova e a terceira com Sophie Marceau. A revista prometeu que não há maquiagem nem photoshop em nenhuma delas.
E nesta semana nos deparamos com este ensaio do fotógrafo Erwin Olaf, com mulheres maduras encarnando o papel de pin-ups. Segundo o próprio fotógrafo “devemos comemorar o nosso corpo, abraçar nossa idade e não aderir à parte da sociedade pobre de espírito que vive em função dos padrões impostos.”
Essa valorização do natural, que vem desde 2004 com a Dove e suas modelos reais, já teve vários desdobramentos, desde o não-uso de photoshop, incluindo as mature models, os desfiles valorizando tons de pele e por aí vai. E se formos extrapolar muito mais nessa tendência, podemos também incluir a valorização do street style e os muitos flash mobs com gente nua ou parcialmente vestida pelo mundo inteiro.
O bom é que todos estão tirando a roupa.