07 julho, 2008

As queer as a clockwork orange

Semana passada recebi um link sobre um bar com a arquitetura e decoração inspiradas no filme Alien.

Hoje eu achei imagens de um outro bar, muito mais interessante, inspirado no Korova Milk Bar.

O Korova era aquele ambiente ultraviolento e satírico que o A-Lex Delarge frequentava, junto de seus amiguinhos, para ficar chapado de leite e psicotrópicos no filme Laranja Mecânica.

A réplica fica em White Plains, NY, e possui o mesmo nome do bar da obra-prima de Stanley Kubrick. Korova, por sinal, é "vaca" em russo.


O bar de White Plains:







O bar do Kubrick:




Vellocet, droogie?






Tattoos

Novas maneiras de fazer tatuagens.
Via Trend Hunter.










04 julho, 2008

one dead baloon

aqui.
e o pior é que eu não consigo deixar de achar tudo isso muito engraçado.






02 julho, 2008

Is my yellow your purple?


Words and Thoughts in RGB from Eduardo Morais on Vimeo.


Vi esse documentário e não pude deixar de lembrar de Janela da alma (2002), de João Jardim e Walter Carvalho. João e Walter tratam do tema visão - abstrato, completo, universal - mas de uma forma bem poética, mastigada e sem as travas de país subdesenvolvido.

Também não pude deixar de lembrar do espectro eletromagnético, que eu tanto amo e que nunca vou esquecer. Mas daí já entra a parte da física, e eu não quero cometer nenhum equívoco.

Janela da alma, que inspirou seu nome da frase de Leonardo da Vinci [o olho é a janela da alma, o espelho do mundo], tem um dos momentos mais brilhantes e emblemáticos do cinema, para mim, que é a participação do cineasta alemão Win Wenders.

O enquadramento da retina.
Simples e brilhante.

Queria que Wenders estivesse aqui do meu lado agora, ia ganhar um abraço apertado e um beijo na testa. E é por isso que o Words and thoughts in RGB veio para cá (mas não somente por isso): a lembrança de um das frases mais lindas e brilhantes que já ouvi.

Wenders relata que quando ousou experimentar pela primeira vez lentes de contato, sentiu-se desconfortável, pois percebeu que precisava do enquadramento proporcionado pela armação dos óculos. Também explica, da forma mais simples possível, o sentido conotativo do olhar, a seleção natural feita pelo criador. A armação dos óculos é a necessidade de moldura, a subjetividade atuando em tudo, sempre. A moldura é a tela de cinema, é o espectro de captação da câmera, é a existência da quarta parede, em tudo. E ela é diferente e singular.

Is my yellow you purple?

Lembra alguéns????


It's getting better


Novo poster de The Dark Knight.
Sem palavras.